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NFC-e na prática: o guia do caixa

Certificado A1, CSC, rejeições comuns da SEFAZ e o que fazer quando a internet cai no meio do expediente — sem juridiquês.

Ilustração de impressora térmica emitindo cupom fiscal no caixa

A NFC-e é a nota fiscal do consumidor final — o cupom que sai a cada venda no balcão. Este guia junta o que todo operador de caixa e todo dono de loja precisa saber, sem juridiquês.

O que você precisa pra emitir

  • Inscrição estadual ativa e credenciamento na SEFAZ do seu estado.
  • Certificado digital A1 (arquivo .pfx) — é ele que assina cada nota.
  • CSC (Código de Segurança do Contribuinte) — gera o QR Code do cupom.
  • Um emissor que monte o XML, assine e transmita. No pERP, é subir o A1 e o CSC uma vez; a emissão sai automática no fechamento da venda.

As rejeições mais comuns — e o que significam

Rejeições vistas com frequência na operação real de lojas que usam o pERP.
CódigoO que a SEFAZ está dizendoO que fazer
885Produto com GTIN sem o GTIN tributável correspondenteCompletar o GTIN no cadastro do produto
539Duplicidade de numeração da notaReprocessar — o sistema ajusta a numeração sozinho
204Nota duplicada (a mesma já foi autorizada)Não reemitir: recuperar a nota autorizada
Campo vazioNCM, unidade ou origem faltando no itemRevisar o cadastro fiscal do produto

Internet caiu no meio do expediente?

A NFC-e depende da SEFAZ responder. Quando a conexão oscila, o pERP mantém a nota na fila e reenvia sozinho assim que a rede volta — a venda não se perde e o caixa não trava esperando. Vender totalmente sem internet ainda não dá (estamos trabalhando nisso); hoje o PDV precisa de conexão.

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